O governo brasileiro, sob a liderança de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), está avaliando a visita de Darren Beattie, assessor de Donald Trump para assuntos relacionados ao Brasil. Segundo informações de auxiliares do governo, Beattie teria omitido o verdadeiro propósito de sua viagem, que foi justificada como participação em um evento sobre terras raras e minerais críticos em São Paulo, mas que na prática incluiu reuniões políticas não comunicadas previamente.
A situação foi evidenciada após o ex-presidente Jair Bolsonaro solicitar autorização ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, para receber Beattie em sua prisão. Embora a autorização tenha sido concedida inicialmente, ela foi posteriormente revogada.
Em resposta a essa movimentação, o governo Lula utilizou o princípio da reciprocidade da diplomacia para justificar a revogação do visto de Beattie, caracterizando a ação como uma resposta política às tentativas de assessores de Trump de promover uma agenda de política externa que prioriza os interesses americanos.


