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Amado Batista na lista suja do trabalho escravo: fazenda não tinha cama e nem local para refeições, diz denúncia

O cantor Amado Batista foi incluído na ‘lista suja’ do trabalho escravo, conforme denúncia do Ministério Público do Trabalho (MPT). A fiscalização realizada em suas propriedades em Goianápolis, Goiás, revelou condições precárias de habitação para os trabalhadores, que não tinham camas e nem um local adequado para as refeições.

As inspeções ocorreram entre 19 e 29 de novembro de 2024, após denúncias de irregularidades trabalhistas. Segundo o MTE, 14 funcionários estavam em condições análogas à escravidão, sendo 10 no Sítio Esperança e 4 no Sítio Recanto da Mata, ambos localizados na BR-060.

O advogado de Amado Batista, Mauricio Carvalho, negou que houvesse resgates de trabalhadores e afirmou que as irregularidades foram corrigidas. Ele destacou que um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) foi assinado com o MPT, garantindo que todas as obrigações trabalhistas foram pagas.

Durante a fiscalização, foi constatado que os trabalhadores dormiam sobre colchões no chão e não havia locais adequados para as refeições. As jornadas de trabalho chegavam a até 18 horas diárias, conforme relatos dos empregados.

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