Durante sua sabatina no Senado nesta quarta-feira, 29 de abril de 2026, Jorge Messias, advogado-geral da União e indicado para o STF, afirmou que “ninguém pode ser investigado a vida toda” ao comentar sobre o inquérito das fake news, aberto pelo STF em 2019.
Messias defendeu a necessidade de um prazo razoável para investigações, afirmando que o processo penal deve ser um ato de justiça e não de vingança. O inquérito em questão investiga a disseminação de notícias falsas e ofensas contra ministros do STF.
Se aprovado pelo Senado, Messias integrará a Primeira Turma do STF, que analisa a maioria dos casos criminais, incluindo aqueles relacionados ao inquérito das fake news. Recentemente, o ministro Gilmar Mendes pediu a inclusão de Romeu Zema no inquérito, após um vídeo satírico que ofendeu ministros da Corte.


