A OpenAI solicitou à Justiça dos Estados Unidos que rejeite um processo que alega que a companhia prestou consultoria jurídica não autorizada, afirmando que sua plataforma ChatGPT não é um advogado e não exerce a advocacia. O pedido foi feito em resposta a uma ação da Nippon Life Insurance Company, que alega que o ChatGPT ajudou uma reclamante a inundar um tribunal federal com processos sem mérito.
No processo, a OpenAI argumentou que “o ChatGPT não é uma pessoa e não tem nem usa nenhum grau de conhecimento ou habilidade jurídica”. Este caso surge em um contexto onde mais processos estão sendo abertos sem a ajuda de advogados, utilizando ferramentas de IA generativas.
A Nippon Life Insurance alega que a ex-funcionária Graciela Dela Torre utilizou o ChatGPT para criar dezenas de moções e avisos que, segundo a empresa, não tinham propósito legal. A OpenAI, por sua vez, defendeu que a frustração da Nippon não é suficiente para responsabilizá-la e destacou que Dela Torre tinha o direito de se representar legalmente.


