O governo dos EUA, sob a administração de Donald Trump, anunciou a aplicação de uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, efetiva a partir de 22 de julho. Essa decisão foi fundamentada em uma série de argumentos apresentados pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR).
Entre os fatores citados estão práticas relacionadas ao sistema de pagamentos PIX, alegações de corrupção no Brasil, ações do STF contra grandes empresas de tecnologia, e a proteção inadequada à propriedade intelectual. O USTR também mencionou tarifas sobre o etanol e o desmatamento como questões que justificam a nova tarifa.
A tarifaço foi resultado de uma investigação que concluiu que várias práticas brasileiras são consideradas injustificáveis e discriminatórias, restringindo a competitividade de agricultores e exportadores americanos. Apesar de ser uma medida econômica, o governo Trump indicou que a ação possui caráter político, refletindo tensões nas relações comerciais entre os dois países.
O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, repudiou a tarifa e afirmou que aplicará a Lei de Reciprocidade em resposta.


