Dados obtidos pelo g1 revelam que a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos registrou um prejuízo prévio de R$ 3,4 bilhões no primeiro trimestre de 2026, um aumento em relação ao prejuízo de R$ 1,7 bilhão no mesmo período do ano anterior. As informações contábeis ainda estão em processo de fechamento e não há previsão de divulgação oficial por parte da estatal.
Embora as receitas tenham se mantido estáveis, os gastos aumentaram, com despesas totais chegando a R$ 7,4 bilhões, um incremento de R$ 1 bilhão em relação a 2025. As despesas financeiras aumentaram 312%, somando R$ 925 milhões, refletindo o custo de empréstimos e juros. Além disso, as receitas com encomendas internacionais caíram drasticamente, contribuindo para o resultado negativo.


