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Ela passava 16 horas no Instagram. Agora, um júri vai decidir se a Meta e o Google têm culpa nisso

Pais que afirmam que as redes sociais levaram seus filhos à morte acompanham o julgamento da Meta e do Google em Los Angeles.

Kaley, conhecida apenas pelo primeiro nome, relatou a um júri que passava até 16 horas no Instagram, comprometendo suas interações familiares e sua saúde mental. O caso, que é visto como um marco, busca responsabilizar as gigantes da tecnologia pelos supostos danos causados aos seus usuários mais jovens. O TikTok e o Snapchat, que também foram citados, já chegaram a acordos extrajudiciais.

O julgamento é o primeiro de seu tipo e está sendo acompanhado de perto por especialistas e pais que acreditam que suas crianças foram prejudicadas pelas redes sociais. Lori Schott, mãe de uma adolescente que tirou a própria vida, atribui a tragédia à exposição da filha a conteúdos prejudiciais no Instagram.

O foco do caso é determinar se Kaley era viciada em redes sociais e se as plataformas foram projetadas para serem viciantes. A decisão do júri poderá impactar milhares de outros processos semelhantes que estão em andamento nos Estados Unidos.

Se o júri decidir a favor de Kaley, isso poderá mudar a forma como as plataformas são vistas legalmente e abrir caminho para acordos históricos. A Meta e o Google, que têm se defendido, alegam que os problemas de saúde mental de Kaley são resultado de fatores pessoais e não do uso das redes sociais.

O caso levanta questões sobre a responsabilidade das empresas de tecnologia e o impacto das redes sociais na saúde mental dos jovens, em um momento em que a pressão pública e política sobre essas plataformas tem aumentado.

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