O ministro da Fazenda, Dario Durigan, anunciou nesta sexta-feira (19) que o governo não pretende adiar a implementação do imposto seletivo, conhecido como “imposto do pecado”, que está previsto para entrar em vigor em 2027. Durante uma entrevista, Durigan explicou que a intenção é manter a atual carga tributária sem aumentos durante um processo de transição, que incluirá debates com os setores afetados.
A proposta do governo visa encarecer produtos que causam danos à saúde e ao meio ambiente, como bebidas alcoólicas, refrigerantes e cigarros, além de veículos, extração de bens minerais e jogos de


