A atuação de influenciadores digitais em campanhas eleitorais é regulamentada pela legislação, que proíbe pagamentos por propaganda eleitoral. Criadores de conteúdo podem manifestar apoio ou crítica, mas apenas de forma espontânea e sem vínculo com partidos.
O TSE enfrenta o desafio de coibir práticas de propaganda disfarçada, que podem resultar em penalidades para partidos e influenciadores. A lei também proíbe que pessoas jurídicas realizem campanhas eleitorais, o que inclui páginas de memes que publicam conteúdos políticos.
O TSE tem implementado campanhas educativas e ações com plataformas digitais para combater a desinformação. O uso de agências de marketing digital para intermediar o contato com influenciadores pode dificultar a fiscalização, como demonstrado em casos de abusos na utilização de influenciadores para propaganda.
As campanhas devem se adaptar a um ambiente digital em constante mudança, buscando engajamento sem infringir as regras eleitorais.


