Em um julgamento realizado nesta terça-feira (24), a Justiça confirmou a condenação da Volkswagen por trabalho análogo à escravidão, um caso que remonta às décadas de 1970 e 1980 no Pará. A 4ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região decidiu manter todos os termos da condenação, que foi proferida em agosto do ano passado.
A montadora deverá pagar R$ 165 milhões por danos morais coletivos, decorrentes de práticas de trabalho escravo ocorridas entre 1974 e 1986 na Fazenda Vale do Rio Cristalino, também conhecida como Fazenda Volkswagen, localizada em Santana do Araguaia, no sudeste do Pará. O montante será destinado ao Fundo Estadual de Promoção do Trabalho Digno e de Erradicação do Trabalho em Condições Análogas à de Escravo no Pará (Funtrad/PA).
*Essa reportagem está em atualização.


