Um médico foi preso preventivamente em Catanduvas, Santa Catarina, na terça-feira (3), após investigações que o ligam a crimes sexuais contra ao menos 10 jovens entre 17 e 20 anos. Os episódios ocorreram entre 2024 e 2025, durante atendimentos clínicos na rede pública de saúde.
O Ministério Público (MP) informou que o médico, que não era ginecologista, realizava exames invasivos sem autorização e fazia comentários de cunho sexual. A defesa do profissional nega as acusações, afirmando que sua atuação sempre respeitou os protocolos médicos.
A prisão foi determinada após um pedido do MP e aceita em segunda instância, visando proteger as vítimas e testemunhas. O caso está sob investigação desde novembro de 2025, quando o médico foi denunciado por importunação sexual.


