O senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) comunicará, durante um almoço nesta quarta-feira (4) em Brasília (DF), aos líderes do MDB que não se filiará ao partido. O motivo é a pré-candidatura do ex-vereador de Belo Horizonte, Gabriel Azevedo, ao governo de Minas Gerais, cargo que Pacheco pretende disputar nas eleições de outubro.
Após reuniões com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Pacheco está inclinado a concorrer ao governo e liderar a campanha lulista em Minas Gerais. O destino mais provável do senador é o União Brasil, movimento que está sendo articulado pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), um aliado próximo de Pacheco.
Pacheco está em busca de um novo partido após decidir deixar o PSD, que anunciou a candidatura de Mateus Simões, vice do governador Romeu Zema (Novo), ao governo mineiro. Apesar de Alcolumbre garantir a viabilidade da candidatura de Pacheco, há inseguranças em relação à federação do União Brasil com o Progressistas, que apoia Simões.
O senador sempre foi o nome preferido de Lula para concorrer ao governo de Minas em 2026, e sua resistência à candidatura foi superada após um encontro com o presidente em fevereiro, onde Pacheco saiu convencido a articular sua candidatura.


