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‘Prejuízo Master’: o que o colapso do banco mostrou sobre os limites da garantia do FGC

O colapso do Banco Master, decretado pelo Banco Central em novembro do ano passado, expôs as fragilidades do modelo de garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Investidores, como Marina, que aplicaram em Certificados de Depósito Bancário (CDBs) do banco, enfrentaram incertezas, mas conseguiram reaver seus valores através do FGC, que garante até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ.

Especialistas indicam que a quebra do banco gerou uma crise de confiança, levando investidores a adotar posturas mais conservadoras. O FGC, criado em 1995, funciona como um seguro para depósitos, mas a economista Ione Amorim, do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), alerta que a garantia foi utilizada como um argumento de venda para atrair investidores menos experientes.

O caso do Banco Master, que afetou cerca de 800 mil investidores, também gerou discussões sobre a necessidade de revisão do modelo de financiamento do FGC. O fundo, que já desembolsou R$ 37,2 bilhões, enfrenta desafios para recompor seus recursos, o que pode impactar a concessão de crédito e aumentar custos para os consumidores.

Medidas estão sendo discutidas para garantir a sustentabilidade do FGC, incluindo a possibilidade de aumentar as contribuições dos bancos e revisar as taxas aplicáveis. A situação levanta questões sobre a responsabilidade das instituições financeiras em informar adequadamente os investidores sobre os riscos associados aos produtos oferecidos.

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