A cerimônia de entrega da 31ª edição do Prêmio Jovem Cientista ocorreu nesta quinta-feira (26) no SESI-Lab, em Brasília, reunindo estudantes, pesquisadores e autoridades. O evento destacou a relevância da educação científica como uma resposta efetiva às mudanças climáticas.
O prêmio é promovido pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pela Fundação Roberto Marinho, com patrocínio da Shell e apoio da Editora Globo e Canal Futura. Em 2025, o concurso recebeu 919 inscrições, desafiando jovens a propor soluções sustentáveis para o combate às mudanças climáticas.
Dos 919 inscritos, 12 foram premiados, incluindo 10 pesquisadores e duas instituições. Os vencedores foram recompensados com bolsas de estudo, notebooks e prêmios em dinheiro que variam de R$ 12 mil a R$ 40 mil. O presidente do CNPq, Olival Freire Junior, ressaltou a significativa presença de estudantes do Norte e Nordeste entre os premiados, destacando a disseminação da vocação científica em todo o Brasil.
Os projetos premiados refletiram a integração entre ciência e cultura, conforme ressaltou João Alegria, secretário-geral da Fundação Roberto Marinho. O tema da próxima edição do prêmio será ‘Inteligência Artificial para o Bem Comum’.
Entre os vencedores, Raul Victor Magalhães Souza, de 16 anos, do Ceará, conquistou o primeiro lugar na categoria Estudante do Ensino Médio com um projeto que combina previsões climáticas com saberes tradicionais. Já na categoria Estudante do Ensino Superior, Manuelle da Costa Pereira, de 23 anos, do Amapá, foi premiada pelo desenvolvimento de um kit de energia solar para comunidades na Amazônia.


