A cerimônia de premiação da 31ª edição do Prêmio Jovem Cientista ocorreu na quinta-feira (26), no SESI-Lab em Brasília, reunindo estudantes, pesquisadores e autoridades. O evento destacou a relevância da educação científica como resposta às mudanças climáticas.
Promovido pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pela Fundação Roberto Marinho, com patrocínio da Shell e apoio da Editora Globo e Canal Futura, o prêmio recebeu 919 inscrições em 2025. O secretário-geral da Fundação Roberto Marinho, João Alegria, enfatizou a interconexão entre ciência e identidade cultural, afirmando que os projetos premiados combinam ciência com cultura e ancestralidade.
Os vencedores receberam bolsas de estudo, notebooks e prêmios em dinheiro, variando de R$ 12 mil a R$ 40 mil. O presidente do CNPq, Olival Freire Junior, ressaltou a significativa presença de estudantes do Norte e Nordeste entre os premiados, destacando a disseminação da vocação científica em todo o Brasil.
O tema da próxima edição do prêmio será “Inteligência Artificial para o Bem Comum”. A professora Ana Paula Melo, da Universidade Federal de Santa Catarina, foi premiada na categoria Mérito Científico por sua trajetória acadêmica. A Universidade Federal do Rio de Janeiro e a Escola Técnica Estadual Professor Paulo Freire, de Pernambuco, foram reconhecidas nas categorias de Mérito Institucional Ensino Superior e Ensino Médio, respectivamente.


