O egípcio Abdallah Montaser foi autorizado a entrar no Brasil após 51 dias retido na área restrita do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. A decisão da Justiça Federal, proferida em 29 de maio de 2026, permitiu que ele se reunisse com sua esposa grávida e seus dois filhos na madrugada de 30 de maio.
Abdallah e sua família chegaram ao Brasil em 8 de abril, mas a entrada foi inicialmente negada pela Polícia Federal devido a supostas informações de segurança. O caso atraiu a atenção de várias organizações que defendem os direitos de migrantes e refugiados, que expressaram preocupação com a retenção prolongada da família.
O advogado de Abdallah, Willian Fernandes, destacou a importância da decisão judicial, que reconheceu a falta de evidências suficientes para justificar a retenção e enfatizou a necessidade de garantir os direitos humanos e a dignidade da pessoa humana.


