Um homem de 51 anos, identificado como Carlos Zorzan, foi preso em flagrante no dia 30 de junho de 2026, em Sena Madureira, Acre, por se passar por policial civil e oferecer serviços de vigilância e investigação. Ele usava vestimentas da Polícia Civil de São Paulo e portava equipamentos como distintivos, algema e um simulacro de arma de fogo.
O delegado Rêmulo Diniz informou que Carlos buscava conquistar a confiança da população e oferecia contratos de vigilância privada, cobrando valores em troca da promessa de recuperar bens ou identificar autores de crimes. O homem já tinha um histórico criminal, incluindo um homicídio em Mato Grosso do Sul.
Carlos foi autuado pelos crimes de uso indevido de símbolos de órgãos públicos e falsa identidade, com pena prevista de até seis anos de prisão. Ele não pode pagar fiança e foi encaminhado para audiência de custódia.
O caso foi considerado inusitado, especialmente por ocorrer em uma cidade pequena onde a maioria dos policiais se conhece. O delegado ressaltou a ousadia do homem em tentar se passar por policial de outro estado.


